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Como meu filho se tornou agressivo?

Mal começou o dia e já ouvimos ao longe a briga dos irmãos ou a porta do quarto batendo com força e já temos que intervir para saber o que está acontecendo, quando nos deparemos com as irritações ou mesmo agressões vindas de nossos filhos, seja contra o irmão, animal de estimação ou qualquer objeto inanimado que simplesmente não quis receber as ordens do pequeno ser humano que já exerce funções imperativas de mando.

Quando situações como essa acontecem de maneira esporádica, sem problemas, isso até é bem natural, mas quando a irritação e a agressão passam a ser a tônica do comportamento do filho, o que fazer? Preciso procurar ajuda profissional logo? Posso começar a castiga-lo de maneira mais sistemática?
Inicialmente precisamos entender que a frustração pelas quais nossos filhos passam ela é não só necessária, mas fundamental para o seu processo de desenvolvimento psicológico e emocional, logo, a irritação, raiva e agressão apareceram como sintomas de que as coisas não saíram como ele ou ela queriam e por isso acabam descontando em objetos, coisas ou pessoas mais próximas.
Quando a agressão passa a ameaçar a integridade física de alguém, a dar prejuízos materiais ou a criar um clima de tensão no lar, já passou da hora de realizar as intervenções mais que necessárias para a boa convivência familiar.

O diálogo jamais deixará de ser o elemento de manutenção das boas relações, por isso nossa atenção quando ele começar a faltar nas nossas idas de carros quando deixamos nossos filhos na escola ou no momento das refeições ou ainda nos nossos rituais domésticos quando nos preparamos para dormir.
Agressão é sintoma, nunca causa. É o momento que a filha diz, sem dizer, que está muito chateada com alguma coisa, ou está triste e não consegue expressar isso por palavras. Raiva é tristeza, agressão é tristeza. Uma dica valiosa seria expor no papel através do desenho todo esse sentimento que a criança não está sabendo lhe dar, ajuda a canalizar esse sentimento sem que ele deixe de ser gerenciado. Comumente dizemos, “desamarra essa cara”, mas já é hora de ensinar nossos filhos a dar lugar aos sentimentos e saber o que fazer com eles.

Como eu posso alterar esse comportamento do meu filho?

Deixe seu e-mail e receberá um guia de orientações.

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