Nasce uma criança, nasce um Pai, nasce uma Mãe: Nasce uma culpa!

Esta é uma frase que eu digo com frequência nas minhas palestras sobre Maternidade/Paternidade e educação dos filhos, mas que não me dava conta do que falava. Até que certo dia, uma pessoa me convidou para dar palestra pela segunda vez, e disse que tomou a iniciativa de dar o Título da Palestra, baseado numa frase que falei na palestra anterior: “Nasce uma criança, nasce um pai, nasce uma mãe: Nasce uma culpa!”

Se deixo meu filho em casa e vou trabalhar, me sinto culpada!

Se fico o dia todo com meu filho e não tenho tempo nem de pentear os cabelos, me sinto culpada se estou sabendo cuidar e educar meu filho.

Se vou ao cabeleireiro porque já faz quase um ano que não vou, me sinto …..

Se meu filho fica doente, já penso o que fiz ou deixei de fazer, recaindo no sentimento de culpa.

Se meu filho ainda não fala/anda, como o filho da vizinha…

Se meu filho deixou de fazer uma tarefa…

Se meu filho vai mal na escola…

Se me sinto cansada/o, desgastada/o

Se meu trabalho exigir minha dedicação…

E assim segue uma lista interminável de situações que me sinto culpada/o.

E então parei pra pensar o quão experts em educação infantil fomos quando não tínhamos filhos, que por muitas vezes ao vermos determinado comportamento de alguma criança, falávamos ou pensávamos: “Filho meu, nunca fará isso”, “Eu nunca vou fazer isso com meus filhos”.

E quando nos tornamos pais, vimos que nosso telhado é de vidro, quem muito julgou, agora se sente julgado, e muitas vezes de fato somos julgados.

O maior aprendizado que temos ao nos tornarmos pais: Sobre o quão suscetíveis à falhas nós somos e por sentirmos isso na pele, nos tornamos mais empáticos uns com os outros.

Descobrimos o quanto é danosa a comparação por que  mina a autoestima do outro.

Acredito que passou da hora de nós pais nos unirmos, de sermos mais empáticos e acolhedores uns com os outros, porque todos nós estamos passíveis a erros. Quando estamos envolvidos emocionalmente, muitas coisas caem no nosso ponto cego. Sem contar com os conteúdos familiares que transmitimos geracionalmente e de forma totalmente involuntária e inconsciente.

Eu sou psicóloga, meu esposo é psicólogo, atuamos na área, temos quatro filhos, pesquisamos, estudamos e palestramos sobre Educação Infantil, se fosse por nossa vontade, pelo nosso amor por eles e por nossos conhecimentos, nossos filhos não teriam traumas.

Porémmm, sinto em dizer que os traumas são inevitáveis!!!!

Os traumas são inevitáveis e totalmente necessários para o crescimento do ser humano. Se desenvolvermos a habilidade nos filhos em transformarem as dores em potencialidades, boa parte da nossa missão estará cumprida!

Essa é uma das mais importantes etapas do desenvolvimento da inteligência emocional que irá torná-lo resiliente e capaz de superar as dificuldades, os desafios, as frustrações, as patologias que assolam a humanidade com alto índice de suicídios, fobias, transtornos e depressões.

E para finalizar, lhe pergunto: Qual a finalidade da culpa?

A culpa não auxilia em nada na vida, ela apenas oprime, sobrecarrega, nos entristece e aprisiona.

Vamos lutar por uma geração de Pais saudáveis emocionalmente, capazes de ensinar os filhos através de seus exemplos de gerenciamento emocional eficaz.

Evite que seu filho desenvolva processos depressivos ou fóbico, que ele encontre canais de compensação no uso de álcool e outras drogas ou pior do que isso, que ele não saiba lidar com as frustrações da vida e apresente ideações ou intentos suicidas. O quanto antes desenvolva habilidades de gerenciamento emocional nos filhos, e aprenda a fazer isso, deixando seu e-mail e receba de forma gratuita um ❤ Guia Prático de Como desenvolver habilidades de gerenciamento emocional nos filhos em 8 Passos.

Esse é o nosso presente para você!

Escrito por Família de Super Heróis

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